Guia com 9 destinos de praia para escapar do frio: Maldivas, Seicheles, Goa, Canárias, Phuket, Bora Bora, Dubai e mais. Clima e voos; ideais o ano todo.
Quando o inverno se instala, a cabeça viaja para margens mornas, mares gentis e areia que range sob os pés. Fugir para a praia não é um privilégio só do verão. Há muitos pontos no mapa onde o sol não tira férias: até em pleno dezembro dá para mergulhar em águas tépidas e descansar à sombra de palmeiras. Aqui vão destinos para quem não pauta as férias pelo calendário e quer praia quando bem entender.

As Maldivas entregam a imagem de cartão-postal: areias finas, água luminosa e lagoas azuis que parecem não ter fim. Não surpreende que estejam no topo das preferências de viajantes do mundo todo, incluindo muitos russos, em busca de praia fácil em qualquer estação.
Na linha do equador, o arquipélago é quente o ano inteiro. O ar oscila entre +25 e +32 °C, enquanto o Índico fica por volta de +27–29 °C. De maio a outubro chove mais, mas os aguaceiros geralmente são curtos e o sol domina — sobretudo de novembro a abril.
Voos diretos de Moscou para Malé levam cerca de nove horas, o que deixa a viagem confortável. Russos não precisam de visto para estadias de até 30 dias, o que simplifica o planejamento.
Muitos resorts ocupam ilhas privadas, oferecendo isolamento e a sensação de ter um mundo só seu. Há opções do econômico ao superluxo, com bangalôs sobre a água e piscinas particulares. O padrão de serviço é alto, os spas são completos e os esportes aquáticos — do snorkeling ao mergulho — preenchem os dias com facilidade.
Os recifes são a marca das Maldivas. Jardins de coral fervilham de vida: peixes coloridos, tartarugas e até tubarões. Para mergulhadores e snorkelers, é um parque de diversões o ano inteirinho.
Fica claro por que casais afluem para cá. Os resorts organizam jantares privativos na praia, vilas sobre a água voltadas para o pôr do sol e programas pensados para duas pessoas.
Calor constante, mar calmo e um ritmo descomplicado fazem das Maldivas uma escolha sempre à mão. Mesmo na época de chuvas, raramente a água interrompe o dia — e os preços podem ser mais amigáveis. Para russos que querem sol e silêncio longe do inverno, o sonho tropical corresponde à fantasia.

As Seicheles impressionam: 115 ilhas no Índico com blocos de granito esculpido, baías cintilantes e praias que parecem montadas à mão. O arquipélago virou refúgio para russos que buscam privacidade, elegância e natureza fotogênica — em qualquer mês.
O clima tropical é suave, raramente abaixo de +24 °C ou acima de +32 °C. O mar fica por volta de +27 °C o ano todo. De dezembro a março podem ocorrer pancadas rápidas, mas o sol prevalece e a umidade se mantém confortável.
As viagens costumam ter conexões por Dubai ou Doha, com duração total de 12–14 horas. A recompensa é instantânea: verde exuberante e uma sensação de relaxamento ao chegar. Russos podem ficar sem visto por até 90 dias, e a partir de outubro a Aeroflot retoma voos diretos de Moscou para Mahé.
Praias emolduradas por palmeiras e rochas de granito são a assinatura das Seicheles. Em Mahé, Praslin e La Digue, é fácil encontrar enseadas silenciosas onde o dia passa entre sol, mar e silêncio.
De hotéis cinco estrelas a vilas e bangalôs aconchegantes, há opções para todos. Muitos ficam em ilhas privadas, combinando exclusividade com serviço de alto nível. Espere spas de peso, boa gastronomia e atividades como ioga, snorkeling, mergulho e caiaque.
Recifes cercam as ilhas e fervilham de vida — peixes tropicais, tartarugas, arraias e, às vezes, golfinhos. Reservas naturais protegem espécies raras; em Praslin, o Vallée de Mai abriga o emblemático coqueiro coco-de-mer.
Lua-de-mel encontra intimidade; famílias aproveitam vilas espaçosas, clubes infantis e tempo para desacelerar. O equilíbrio entre luxo e tranquilidade cai como uma luva.
Clima estável e ameno mantém a praia no roteiro em todas as estações. Mesmo as chuvas passageiras realçam a paisagem. Para russos atrás de um refúgio tropical de verdade, as Seicheles entregam isolamento, serviço cuidadoso e uma natureza que rouba a cena.

Na costa oeste da Índia, Goa mistura culturas, coqueirais e praias de areia dourada com um astral que fica. Russos se sentem atraídos pela água morna, sabores intensos e um toque de história a poucos passos do mar.
Tropical, estável e quente: cerca de +25–32 °C ao longo do ano. A alta temporada vai de novembro a março — sol, pouca chuva e umidade confortável. A monção de junho a setembro traz chuvas à noite e ao fim do dia; muitas vezes, as manhãs ficam abertas para praia. O ganho está no verde intenso e em menos gente.
Goa é popular também pelos voos diretos de Moscou e outras grandes cidades russas. Dá para voar direto a Délhi, e há opções diretas de Moscou e Ecaterimburgo para Goa. O voo dura cerca de 7–8 horas. Russos contam com visto simplificado na chegada, o que reduz burocracia.
Norte e Sul de Goa parecem capítulos de um mesmo livro. No norte, Baga, Calangute e Anjuna vibram com vida noturna, mercados e festas. O sul desacelera: Palolem, Agonda e Colva são mais tranquilos, ideais para resetar e nadar longas distâncias.
De pousadas pé na areia a resorts cinco estrelas, Goa é flexível em preço e estilo. Vai de bangalôs simples à beira-mar a vilas com vista para o oceano e comodidades completas.
A mistura indo-portuguesa aparece em tudo. As igrejas de Velha Goa — como a Basílica do Bom Jesus e a Catedral de Santa Catarina — são Patrimônio da UNESCO. Ruelas estreitas, fachadas coloniais e cozinhas que combinam tradições tornam o passeio parte do prazer.
Goa também é polo de ioga e Ayurveda, com retiros e centros de bem-estar oferecendo aulas, meditação e tratamentos para um descanso mais profundo.
No mar: surfe, kitesurfe, parasail e mergulho. Em terra: ecoturismo, as quedas de Dudhsagar e caminhadas por arrozais e plantações de coco. Em santuários de fauna, veados e pavões aparecem para quem observa com atenção.
Frutos do mar conduzem o cardápio — camarões, caranguejo, peixes e mexilhões em curries de coco e especiarias. Espere clássicos como fish curry, além de frango ou cordeiro em molhos locais. Há casas europeias e cafés vegetarianos para quem prefere leveza.
Calor constante, voos acessíveis, praias variadas e um cardápio de atividades fazem de Goa um coringa — bom para quem busca festa e para quem quer sossego. Chegando em qualquer época, o clima de verão vem junto.

Este arquipélago atlântico ao largo da África é a carta de sol da Espanha para o ano inteiro: sete ilhas principais, cada uma com seu caráter. Para russos, as Canárias reúnem clima ameno, paisagens diversas e a facilidade de alternar praia com dias ativos.
As Canárias são famosas pela “eterna primavera”. Mesmo no inverno, raramente faz menos de +18 °C; no verão, ficam por volta de +25–30 °C. O oceano segue convidativo, mantendo o plano de praia em qualquer mês.
Não há voos diretos entre Rússia e Espanha no momento. As conexões passam por hubs como Istambul ou Cairo. Um trajeto Moscou–Barcelona com escala em Istambul pode levar a partir de oito horas. As Canárias fazem parte da Espanha, portanto vale o visto Schengen — prático para quem já está viajando pela Europa.
Tenerife é a maior e a mais procurada. Tem praias marcantes, o vulcão Teide — o ponto mais alto da Espanha — e uma rede completa de hotéis e atividades, do esporte ao turismo gastronómico.
Gran Canaria aposta nos contrastes: dunas de Maspalomas, montanhas verdes e ravinas, vilas de pescadores e cidades com vida noturna animada.
Lanzarote exibe campos de lava e praias de areia negra. Atrai fãs de esportes aquáticos, especialmente windsurfe, e quem se interessa por um cenário tão austero quanto belo.
Fuerteventura é para dias sem pressa — abriga algumas das melhores areias brancas do arquipélago e brisas ideais para kitesurfe e surfe.
Além do litoral, trilhas cruzam crateras, tubos de lava, florestas e dunas. Parques nacionais como o Teide (Tenerife) e Timanfaya (Lanzarote) mostram paisagens que não se veem em outro lugar.
No mar, há surfe, windsurfe, kitesurfe, mergulho e snorkeling o ano inteiro. A vida marinha mantém os mergulhos interessantes.
Parques de peso pontilham as ilhas. O Siam Park, em Tenerife, é frequentemente citado entre os melhores parques aquáticos do mundo, e o Loro Parque é famoso por sua coleção de animais e aves. Passeios de barco para ver golfinhos e baleias acrescentam encantamento ao roteiro.
A cozinha canária combina influências espanholas e africanas — peixes e mariscos frescos, queijos de cabra e os molhos mojo, que acompanham peixe e batatas. Rotas de vinho exibem rótulos cultivados em solo vulcânico.
Ao longo do ano, carnavais, festivais de música e festas tradicionais dão ao visitante um gostinho da vida local.
Clima suave, cenários variados e infraestrutura confiável fazem das Canárias uma aposta segura para famílias, casais ou viajantes ativos. Quando a janela de férias abrir, as ilhas estarão prontas.

A maior ilha da Tailândia conquista sem esforço: faixas de areia generosas, cenários tropicais e um acolhimento caloroso. Para russos, voos diretos, preços acessíveis e uma cultura vibrante mantêm Phuket no topo.
As temperaturas ficam entre +28–32 °C, e o mar raramente desce de +26–28 °C. A temporada principal vai de novembro a abril — seca e ensolarada. De maio a outubro, as pancadas costumam ser curtas e muitas vezes noturnas, deixando o dia livre para a praia.
Há voos diretos de Moscou e outras cidades russas para Bangcoc e Phuket, com charters adicionais em pacotes de cidades como Ecaterimburgo, Irkutsk e Kazan. O voo leva cerca de nove horas. Russos podem permanecer na Tailândia sem visto por até 30 dias.
Patong é a mais agitada — vida noturna, restaurantes e compras de frente para o mar.
Karon e Kata são mais tranquilas e familiares, com areia limpa e esportes aquáticos.
Kamala preserva o sossego para quem valoriza paz e caminhadas longas à beira-mar.
Surin combina areia branca e água cristalina com um toque sofisticado — hotéis à beira-mar e gastronomia afinada.
Phuket é mais do que praia. Explore florestas tropicais, parques nacionais e cachoeiras, ou observe a fauna em áreas protegidas. A baía de Phang Nga tem torres cársticas que brotam do mar — um dos grandes cartões de visita da região.
Mergulhadores, snorkelers, caiaqueiros e surfistas têm programas de sobra. A ilha também serve de base para as Phi Phi e as Similan, famosas por recifes e águas cristalinas.
Templos e mirantes pontilham a ilha, com o Grande Buda vigiando tudo. A Cidade Antiga de Phuket revela arquitetura sino-portuguesa, mercados e street food que transformam a caminhada em tour de sabores.
À noite, shows e performances entram em cartaz — o Phuket FantaSea mistura dança tradicional, acrobacias e espetáculo de circo.
Picante, marcante e variada: tom yum, pad thai e curries de todas as cores. Frutos do mar — caranguejo, camarão, lagosta, peixe — geralmente grelhados na hora. Mercados noturnos e barracas à beira-mar ampliam os sabores locais e a fartura de frutas tropicais.
Phuket reúne o trio perfeito: praias, cultura e um leque amplo de atividades. Com voos práticos e clima camarada, é um sim fácil — para uma semana preguiçosa ou um roteiro cheio.

No coração do Pacífico, Bora Bora é a ilha que muita gente imagina de olhos fechados: lagoa azul-esverdeada, areia clara e picos vulcânicos como uma coroa. É feita sob medida para quem quer privacidade, esmero e água morna sem interrupção — incluindo viajantes russos.
O ar fica entre +26–30 °C e a lagoa, em +27–29 °C. A estação seca (maio–outubro) é a mais ensolarada; de novembro a abril, as chuvas tendem a ser curtas e noturnas, deixando dias claros e quentes.
Não há voos diretos. As rotas passam por Paris ou Los Angeles até o Taiti, e de lá um voo curto para Bora Bora. De Moscou, as conexões para Paris podem ser via Yerevan, Istambul, Ancara ou Belgrado. A viagem total leva cerca de 20–25 horas, conforme o trajeto. A entrada exige qualquer visto Schengen.
Muitos resorts de luxo exibem os famosos bangalôs sobre a água — você acorda com a lagoa à porta e entra nadando. Nomes como Four Seasons, St. Regis e InterContinental oferecem serviço atento, spas de destaque e gastronomia refinada — não por acaso é um destino preferido por casais em lua-de-mel.
Protegida por um anel de coral, a lagoa é calma e transparente — perfeita para nadar, fazer snorkeling e mergulhar. Peixes tropicais, tartarugas, arraias e tubarões animam os jardins de coral.
Caiaque, stand-up paddle e passeios de catamarã dão variedade ao dia. Nadar com tubarões e arraias acrescenta adrenalina à serenidade.
Otemanu e Pahia erguem-se no centro. Trilhas e safáris 4x4 revelam florestas e mirantes com panoramas da lagoa e do oceano aberto.
Os resorts moldam experiências a dois — jantares privativos na praia, vilas isoladas, rituais de spa e cruzeiros sem pressa. Com praias silenciosas e água translúcida, o clima se cria sozinho.
Tradições da Polinésia Francesa — música, dança e artesanato — dão profundidade ao cenário. Apresentações culturais abrem janela para a vida local.
No prato, frutos do mar fresquíssimos — atum, lagosta, caranguejo — combinados com frutas tropicais. A técnica francesa, entrelaçada a ingredientes da ilha, torna cada refeição parte da lembrança.
Clima macio, água morna, areia branca e resorts de alto nível fazem de Bora Bora uma aposta segura — seja para atividades, seja para puro escapismo.

No Golfo Pérsico, Dubai mistura tradição e futurismo sem meia-medida. Praias impecáveis, hotéis-ícone, megashoppings e uma lista de programas que parece não acabar. Para russos, o sol garantido e o serviço caprichado tornaram o destino um clássico do ano inteiro.
De novembro a março, os dias ficam entre +25–30 °C — perfeitos para praia e passeios urbanos. De junho a setembro, o calor é intenso — +40 °C ou mais —, mas atrações internas, resorts climatizados e aquaparks imensos mantêm o conforto.
Voos diretos frequentes a partir de Moscou levam cerca de cinco horas, servindo tanto férias longas quanto escapadas curtas. Russos obtêm visto na chegada.
Jumeirah Beach e Palm Jumeirah marcam o litoral com faixas privativas e hotéis de grife — entre eles Burj Al Arab, Atlantis The Palm e One&Only Royal Mirage. O serviço é polido, e gastronomia e spas são de classe mundial. Viajantes com orçamento mais contido também encontram boas opções perto das praias públicas.
O Burj Khalifa puxa a fila — o prédio mais alto do mundo oferece vistas que redefinem a escala a partir do 148º andar.
O Dubai Mall é um universo próprio: lojas, aquário, pista de gelo, cinemas e parques temáticos para crianças.
Safáris no deserto trazem trilhas nas dunas de jipe e passeios de camelo — um jeito fácil de sentir a paisagem e a tradição local.
O Aquaventure, no Atlantis The Palm, e o Wild Wadi são favoritos das famílias para um dia inteiro de toboáguas e piscinas.
Campos de golfe e marinas completam o pacote; fretar um iate para costeira é um gesto bem típico de Dubai.
De marcas de luxo a souks de especiarias, Dubai trata compras como esporte. O Dubai Shopping Festival, anual, aumenta o volume com liquidações e eventos pela cidade.
Sabores do mundo se encontram aqui. Restaurantes de chefs estrelados dividem espaço com casas queridas que servem clássicos do Oriente Médio — mezzes, homus, falafel e cordeiro na brasa. A variedade é a graça.
Dezembro e janeiro brilham — temperaturas ideais para caminhar e passear, praias convidativas, e a cidade se veste para as festas com festivais e fogos.
Entretenimento sem fim, praias de destaque, serviço de alto nível e sol garantido fazem de Dubai uma recomendação fácil. Com voos convenientes, entrada simples e opções para todos os bolsos, atende todo tipo de viajante.

Na ponta sul da península de Baja California, Cabo San Lucas combina tons de deserto com mares turquesa e um espírito festeiro. O destino ganhou fama pelas praias, resorts e aventuras na água — escolha certeira para quem quer sol e energia em doses iguais.
O clima de deserto tropical garante calor o ano inteiro — cerca de +20 °C no inverno a +35 °C no verão. As brisas oceânicas aliviam os picos de calor, e o Pacífico e o Mar de Cortez permanecem propícios para natação e exploração subaquática.
Não há voos diretos da Rússia; as conexões passam normalmente pela Cidade do México ou Los Angeles, com possíveis ligações por hubs como Istambul. A viagem total pode levar de 14 a 20 horas. A entrada exige visto Schengen múltiplas entradas válido, ou visto múltiplas entradas válido para Canadá, EUA, Japão ou Reino Unido, ou comprovação de residência permanente em um dos países do espaço Schengen ou no Canadá, EUA, Japão, Reino Unido, Chile, Colômbia ou Peru.
Medano Beach é o epicentro — areia macia, água morna e uma fileira de bares e restaurantes. Há aluguel de caiaque, parasail e esqui aquático.
Lover’s Beach (Playa del Amor) fica entre o Pacífico e o Mar de Cortez e se alcança de barco — silenciosa, cênica e vizinha do icônico Arco de Cabo San Lucas.
Chileno Beach vence pela água clara e corais — snorkelers veem peixes tropicais e tartarugas por ali.
À beira-mar, o luxo é regra — programas de spa, alta gastronomia, piscinas infinitas e vilas privadas em endereços como Esperanza Resort, One&Only Palmilla e Waldorf Astoria Los Cabos. Há também hotéis menores e mais em conta, com bom serviço e vista para o mar.
Mergulho e snorkeling revelam vida marinha rica — peixes tropicais, tartarugas, arraias e até tubarões-baleia, com operadoras levando a recifes e naufrágios.
Surfe, kitesurfe e windsurfe prosperam com ventos confiáveis e ondas ao longo da costa.
A pesca esportiva é marca de Cabo, com torneios anuais de marlim, atum e mais. Há charters para alto-mar em busca dos grandes.
Passeios de barco até El Arco são imperdíveis — muitas vezes com leões-marinhos e golfinhos pelo caminho.
À noite, Cabo aposta em música ao vivo, bares e clubes — nomes como Cabo Wabo e Mango Deck são famosos por festas que vão longe. Apresentações tradicionais mostram música e dança da região, com cozinha local e degustações de tequila e mezcal.
Safáris pelo deserto de jipe ou quadriciclo cruzam dunas e florestas de cactos.
De dezembro a abril, baleias cinzentas e jubartes passam perto da costa — um espetáculo que volta todo ano.
Sítios arqueológicos próximos preservam arte rupestre e histórias dos primeiros habitantes.
Clima quente, praias diversas, esportes aquáticos e encontros com a natureza fazem de Cabo San Lucas uma fuga vitoriosa em qualquer estação — fácil relaxar, fácil se ocupar, generosa em vistas costeiras.

No Índico, em frente à África Oriental, Zanzibar virou queridinha por suas praias de areia branca, água morna e uma tapeçaria cultural que recompensa quem se aprofunda. É um refúgio sem pressa, com ritmo próprio — ideal para dias longos e bons mergulhos.
As temperaturas giram em +25–32 °C o ano inteiro, com o mar por volta de +26–28 °C. Os meses mais procurados vão de dezembro a março e de junho a outubro, mais secos e ensolarados. Abril e maio têm uma curta estação de chuvas, em geral com pancadas breves e bastante sol entre elas.
Não há voos diretos da Rússia. Grandes companhias voam para Dar es Salaam, Kilimanjaro e Zanzibar com conexões; no total, a viagem dura cerca de 9–10 horas. Russos precisam de visto para a Tanzânia — o pedido é feito pelo portal de imigração tanzaniano, e o visto também pode ser emitido na chegada. Pode ser exigida passagem de retorno. A partir de 1º de outubro de 2024, aplica-se uma taxa de seguro obrigatória a todas as chegadas a Zanzibar.
Nungwi, no norte, combina água clara com pores do sol de cinema e muitas atividades — mergulho, snorkeling e pesca.
Kendwa, a noroeste, oferece areia macia e mar próprio para banho em todas as marés — ótimo para famílias.
Jambiani e Paje, no sudeste, têm ventos constantes amados pelos kitesurfistas, um ritmo mais calmo e cenas do cotidiano da ilha.
Resorts de luxo como Baraza Resort and Spa, The Residence Zanzibar e Zuri Zanzibar reúnem serviço cinco estrelas, spas, restaurantes e passeios curados. Pousadas menores e hotéis boutique entregam simplicidade pé na areia e vistas do mar sem estourar a conta.
Mergulho e snorkeling brilham em Mnemba e Pemba — recifes recebem peixes tropicais, tartarugas, golfinhos e, em temporada, baleias.
Kitesurfe e windsurfe prosperam na costa leste, especialmente em Paje e Jambiani.
Passeios de dhow (embarcação tradicional) e pesca em alto-mar completam o roteiro.
Stone Town, Patrimônio da UNESCO, é um labirinto de vielas com portas entalhadas, casarões históricos e mercados efervescentes. Antigo polo do comércio de especiarias e escravos, mistura influências árabes, indianas, persas e africanas de um jeito que é só de Zanzibar.
Destaques incluem a Casa das Maravilhas, antigo palácio do sultão hoje museu, e visitas a fazendas de especiarias para ver cravo, canela, cardamomo e outras estrelas locais na fonte.
Frutos do mar assumem o protagonismo — peixe, camarão, polvo e lagosta com especiarias aromáticas e arroz. O pilau local, perfumado com temperos da ilha, é favorito. Frutas tropicais — manga, papaia, ananás e jaca — adoçam a mesa o ano todo.
A Floresta de Jozani é um habitat protegido dos raros macacos colobus-vermelhos — só existem aqui. Perfeita para uma caminhada sombreada com observação de fauna.
A Ilha da Prisão, a poucos minutos de Stone Town, abriga uma colónia de tartarugas gigantes e carrega uma história cheia de camadas.
A ilha de Mnemba atrai por recifes imaculados que recompensam mergulhadores e snorkelers com cor e visibilidade.
Zanzibar combina praias silenciosas, cultura enraizada e natureza generosa. Com conexões viáveis, regras de entrada claras e clima indulgente, é uma escolha convincente para russos que querem trocar o inverno por mar morno e um pedaço inconfundível da África.